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© 2019 Carolina Ramalhete ME | kairos arte da conversa

Já tentou desenhar no trabalho?



O visual thinking está em alta e desponta como forma de clarear conteúdos complexos, organizar de ideias, estimular a criatividade, a inovação e a conexão em equipes.

Estão na moda vídeos em que uma mão desenha o que o narrador diz e a cena vai ganhado formas, textos e cores. Já viu? Você sabia que quase a mesma coisa pode acontecer ao vivo? Em eventos, o facilitador visual é aquele que desenha em uma grande folha de papel a essência do que ouve e vê nos slides e falas de palestrantes, nos gestos e comentários dos participantes ou nos flip charts das discussões dos grupos. O que essa arte muda no ambiente institucional? Para que ela serve e como usá-la a favor do desempenho profissional e intelectual? Dá incorporar no dia-a-dia: no trabalho, como técnica de estudo e na organização da vida pessoal?​

Dá sim! Estamos falando de visual thinking, mais especificamente de duas técnicas: a facilitação gráfica (graphic facilitation) e o registro visual (graphic recording). Você pode até encontrar os mesmos conceitos com outros nomes por aí: colheita gráfica, design de informações, sistematização visual. No Brasil esses termos dizem respeito a uma metodologia de facilitação de grupos que faz uso criativo de desenhos e sínteses textuais, como se fosse uma tradução visual simultânea para reuniões, cursos e palestras. O facilitador usa suas canetas para materializar ideias, catalisar a produção coletiva, estimular a colaboração e registrar a comunicação das equipes.

A facilitação gráfica e o registro visual despertam tanto a razão quanto a criatividade. Ambas ativam o pensamento visual e estimulam, simultaneamente, os dois hemisférios cerebrais: o direito, mais criativo e complexo; e o esquerdo, mais linear e racional. Na facilitação gráfica, as técnicas de moderação de grupos são aplicada concomitantemente ao uso das ilustrações e palavras-chave.

Já durante o registro visual, a criação ao vivo de "mapas ilustrados da conversa" apoia tanto o trabalho de quem a conduz (o palestrante ou o facilitador de grupos), quanto ajuda quem ouve a prestar mais atenção e fixar melhor conceitos. Mesmo após uma pausa ou um momento de dispersão, os desenhos e sínteses textuais fixados nas paredes facilitam a retomada da linha de pensamento. E o registro visual não fica só no papel, após o evento ele ganha uma versão digital e serve de relatório visual permanente.


A associação de texto e imagens, empregada tanto na facilitação gráfica quanto no registro visual, aumenta em até 60% a capacidade e atenção e retenção de conteúdos pelo grupo. Por isso potencializam a memória de grupos ou a sua, se estiver utilizando para estudar, organizar ideias... As técnicas de visual thinking são muito úteis em eventos, grupos de estudo, rodas de conversa, reuniões, seminários, workshops, processos de formação e desenvolvimento de equipes, laboratórios de inovação e espaços diversos de aprendizagem. Facilitam também a resolução de desafios dos mais variados domínios: gerencial, político, técnico, organizacional, relacional.

E aí, quer saber mais sobre visual thinking? Ou quer que eu desenhe em seu evento? Entre em contato comigo: carolramalhete@gmail.com - e conheça meu trabalho em www.artedaconversa.com.br Para aprender, participe de um dos cursos de oferecidos pela Kairós: arte da conversa.

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